rebanhos ou mentiras políticas.
Não me entendo com as pessoas,
não me conformo a realidade.
O que me importa é estar sempre a margem das convenções, etiquetas e sociedades.
Pois, não sou isso, nem aquilo.
Não tenho objetivos ou motivos.
Recuso a boa moral dos fracos e conformados,
a raiva dos desiludidos.
Existo em busca de liberdade
na arte de ser nada
e me tornar ninguém.
Apesar disso,
não sigo só.
Persisto entre os livres,
os únicos.
Somos os que não importam,
os que não se importam.
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