quarta-feira, 2 de setembro de 2026

A REVOLTA QUE NOS OBSERVA

Apesar de todas as interdições,
angustias, impotências e silenciamentos,
acreditamos no iminente transbordamento das coisas, no colápso das estagnações, na insurreição  silenciosa de todas as urgências, a revelia dos rebeldes, vanguardistas e moralistas, que acham que conduzirão a multidão sublevada.
Apesar da inércia do conformismo, sabemos os limites da obediência e da servidão dominante. 
A revolta é um espectro que nos ronda, algo que atentamente nos observa inventado sua magna hora.