ao Estado, a Igreja e ao patrão.
Somos todos escravos de um salário,
conformados ao poder e a exploração.
Somos medíocres guardiões de nossas próprias gaiolas.
Aprendemos na escola a dizer sim,
a viver de rotinas e silêncios,
no conforto de alguma ilusão.
Somos todos mansos e obedientes.
Tementes a um deus imaginário,
ciumento e autoritário,