Não acreditamos mais em metafísicas.
Temos plena consciência
da materialidade da realidade concreta e inumana,
dos limites da linguagem
e da fragilidade da consciência.
Transcendemos o jardim da infância
da Razão e do Humanismo.
Recusamos tanto o teocentrismo,
quanto o antropocentrismo.
Reivindicamos uma cosmovisão trágica do mundo.
Todos os deuses estão mortos.