Uma vida nova há de nascer,
sem historia, sujeito e memória,
da entranhas do cotidiano,
do mais profundo da terra e do chão,
nas transfigurações do inumano
contra o moderno e a civilização.
Uma vida nova há de reinventar territórios,
ressignificar o chão e a multidão
contra toda noção de Estado, poder e Razão.
Uma vida nova nascerá contra tudo que nos tornamos, pensamos e imaginamos,
segundo a "boa educação ".
Nenhum comentário:
Postar um comentário