Foi potência histórica, revolta,
depois razão, simulacro, modelo, dogma
e, finalmente, passado e ruína civilizacional.
Sucumbiu como crença,
religião laica e autoritarismo estatal.
Mesmo assim, sobrevive como fantasma,
da certeza de que o capitalismo
não é eterno.
Uma vida nova há de nascer,
sem historia, sujeito e memória,
da entranhas do cotidiano,
do mais profundo da terra e do chão,
nas transfigurações do inumano
contra o moderno e a civilização.
Nenhum comentário:
Postar um comentário