segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O SER DA LINGUAGEM

O dizer nunca esgota a folha em branco,
Não se conforma a letra
Que não ultrapassa a margem da folha
Ou vence de vez o silêncio das vozes escritas.

O Ser da linguagem está na brancura
Da pagina solta,
Frequenta a utopia de uma gramática aberta.
Procura sempre o outro do texto
Que morre como livro.




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