segunda-feira, 31 de março de 2008

MANHÂ DE OUTONO

Uma manhã de outono
guarda o gosto de dia novo,
da vida livre
de rotinas e cansaços.
Não lhe turvam os pesos
De muito ontens.

Vislumbro em suas horas
Um amanhã provisório
E possibilidades
De mim mesmo
No feerico cenário aberto
Do tempo que passa.

Talvez algum futuro
Se faça
No meu provisório
Viver dos fatos.

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