animal, terrestre e mortal,
que não se enquadra,
nem se rende,
a prisão da humanidade,
a ilusão de divindades
ou as grades de qualquer moral.
Sei a incomparabilidade do eu
que em seu auto-senhorio
toma posse do mundo,
afirmando-se Único.
Neu corpo é absurdo,
medida de nada,
silêncio absoluto,
entre o niilismo e o hedonismo.
Meu corpo é a vida,
a morte e o nada.
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