terça-feira, 6 de março de 2012

NOTA SOBRE FANTASIA , REALIDADE E CONSCIÊNCIA

Cada um tem seu próprio estilo ficcional  de viver, sua própria maneira de escrever-se no cotidianamente vivido através de uma imagem ou sentimento arbitrário  de mundo.
Cabe lembrar que a falência do sujeito, tão emblemática ara definição da contemporaneidade, é também uma desconstrução da objetividade, do jogo aberto entre sujeito e objeto inspirador de uma dada definição de ciência que marcou definitivamente a modernidade.
Mas hoje somos capazes de nos assumir como atores de nossas cultivadas e inventadas fantasias linguísticas ou de irracionalismos imagéticos afetivos que em muito condicionam nosso comportamento coletivo e individual, nossas auto representações mais pessoais, muito além do que sonha nosso caduco bom senso.
Cada individuo, hoje parece-me assustadoramente evidente, uma caricatura de seu próprio discurso de mundo e realidade...

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