
Um branco minguante
Empilhado sobre
Um degrau
De pedaço de sonho
Veste-se
De negro e sombra.
Combatentes formas em confusão
Desenham uma paisagem noturna
Na qual me deito
Sobre as esperanças
De amanhãs esquecidos.
Já é tarde,
Quase longe,
Para o passo
Que perdi no escuro.
Reapreendo o mundo
Em todas as cores
E coisas da imaginação.
Sou de repente
Todos os meus limites,
Ventos, risos, gritos
E provisões de razão
No vazio do labirinto
Que me faz ser
No abstrato de cada ato.
Empilhado sobre
Um degrau
De pedaço de sonho
Veste-se
De negro e sombra.
Combatentes formas em confusão
Desenham uma paisagem noturna
Na qual me deito
Sobre as esperanças
De amanhãs esquecidos.
Já é tarde,
Quase longe,
Para o passo
Que perdi no escuro.
Reapreendo o mundo
Em todas as cores
E coisas da imaginação.
Sou de repente
Todos os meus limites,
Ventos, risos, gritos
E provisões de razão
No vazio do labirinto
Que me faz ser
No abstrato de cada ato.
Um comentário:
Delirante o poema delírio!! Brilhante!!! espetcaular!!!
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