ao Estado, a Igreja e ao patrão.
Somos todos escravos de um salário,
conformados ao poder e a exploração.
Somos medíocres guardiões de nossas próprias gaiolas.
Aprendemos na escola a dizer sim,
a dobrar os joelhos na igreja
a obedecer ao carrasco
ou ao capataz da fábrica,
como se o mundo fosse
um grande campo de concentração.